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Arquivos para o mês de Junho de 2009


Área Projecto, um resumo.

Terça-feira, 30 de Junho de 2009

Dedi­cado a todos os luta­do­res que par­ti­lha­ram comigo um ano lec­tivo de Área Pro­jecto sobre a che­fia de um certo professor.

Pro­po­si­ção (de Trabalho)

Os cir­cui­tos e os sen­so­res assi­na­la­dos
Que da oci­den­tal sala 221 emi­di­ana
Por cor­re­do­res já antes cal­ca­dos
Pas­sa­ram ainda alem de uma média medi­ana
Em peri­gos e estu­dos esfor­ça­dos
Mais do que pro­me­tia a paci­ên­cia humana
Entre gente absorta edi­fi­ca­ram
Novo tra­ba­lho, que tanto sublimaram

Refle­xões Finais sobre o Trabalho

Ó tra­ba­lho insonso, quan­tas das tuas linhas
São lágri­mas deste ani­mal
Para te ter­mi­nar­mos, quan­tas noi­tes em claro pas­sá­mos
Quanto em vão pen­sá­mos!
Quan­tas outras coi­sas fica­ram por com­ple­tar
Para que fos­ses aca­bado, ó trabalho!

Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a nota não é pequena
Quem quer pas­sar além do 17
Tem que pas­sar além da dor
O pro­fes­sor a todos nós tra­ba­lho deu
Mas depois pôs-se na alheta e nunca mais apareceu.

Manifesto Anti-Freehostia

Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

Este post não qual­quer outro objec­tivo senão des­car­re­gar par­ci­al­mente a minha fúria para com o Freehostia.

Em tem­pos, o plano de hos­ting free da empresa acima men­ci­o­nada era ver­de­jante e prós­pero, dei­xando os seus uti­li­za­do­res tira­rem par­tido da maior parte das coi­sas bási­cas que um hos­ting oferece.

Subi­ta­mente, e sem qual­quer aviso, fize­ram algo que tor­nou o ser­viço total­mente ina­cei­tá­vel: cor­ta­ram as out­going con­nec­ti­ons. Tro­cando isto por miú­dos (que pos­sam ou não estar a visi­tar este blog), sig­ni­fica que o ser­vi­dor em que este blog está esteve alo­jado não pode enviar um pedido a qual­quer outro ser­vi­dor, pelo que esse outro ser­vi­dor não lhe pode devol­ver qual­quer informação.

Detec­tei pela pri­meira vez este pro­blema quando ten­tei criar um lifes­tream. Nada apa­re­cia. Pen­sei que o script que estava a usar tivesse um erro qual­quer e que, por­tanto, não con­se­guisse pro­ces­sar os feeds RSS que lhe estava a pôr. Pus então o lifes­tream de lado e fui para o Fri­end­feed.

Hoje, em que decidi abrir o blog ao mundo (por­que o mundo tem a estra­nha ten­dên­cia de encon­trar erros no que faço, algo que, desta vez, até me é van­ta­joso) repa­rei que o nem os twe­ets nem as fotos do Flickr apa­re­ciam. “Mau…” pen­sei, “tanto tra­ba­lho e agora duas das gran­des *ahem* com­po­nen­tes do blog não fun­ci­o­nam?”. Lancei-me, então, numa demanda, à pro­cura da res­posta para tão inu­si­ta­dos pro­ble­mas. E achei-a (aliás, antes de achar acho que já a sus­pei­tava, só não que­ria acre­di­tar). Não me trouxe feli­ci­dade, não me des­truiu a vida, mas irritou-me profundamente.

Por­tanto, agora, pro­curo um novo host (já me ins­crevi num, a ver se me acei­tam). Enquanto isso, decidi vei­cu­lar a minha frus­ta­ção. E um Fail. Por­que os Fails são precisos.

Betísses

Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

O blog ainda se encon­tra em fases de teste e é pro­va­vel que mude de hos­ting uma vez que o actual não me deixa ir bus­car nem as fotos do flickr, nem os twe­ets, nem nada de sites exte­ri­o­res. A data de aber­tura ofi­cial deste blog, assim como do resto do site, é dia 1 de Julho. Stay tuned.

Com Sabor a Carne de Galinha Inaugural

Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

Se alguém me dis­sesse que iria abrir este blog com um post com um título ins­pi­rado numa obra sur­re­a­lista, eu pro­va­vel­mente acre­di­ta­ria. Mas tal­vez isso se prenda com facto de tam­bém já me terem dito que era ingé­nuo.

Acon­tece que a con­jun­tura o pediu, a oca­sião era aus­pi­ci­osa, e o bri­lhante título da obra de Sal­va­dor Dalí ‚ Carne de Gali­nha Inau­gu­ral (que me tem per­se­guido desde um teste de his­tó­ria do 9º ano), se ade­quava às mil mara­vi­lhas para mar­car o iní­cio de algo que já teve mui­tos iní­cios — o meu blog pes­soal. Sei que é hábito expli­car o que exac­ta­mente vai sur­gir por aqui mas, por enquanto (e fora dos cinema), as via­gens no tempo estão fora do nosso alcance. A outra alter­na­tiva era eu saber, coisa que, evi­den­te­mente, é impos­sí­vel (mais ainda que via­jar no tempo). No entanto, posso garan­tir desde já que:

  • Não haverá poe­sia emo (nem nada que se leve­mente apro­xime do emo, excep­tu­ando, tal­vez, alguma refe­rên­cia oca­si­o­nal a morte, cor­tar os pul­sos, sui­cí­dio, My Che­mi­cal Romance…huumm :/ );
  • A pro­ba­bi­li­dade de vol­tar a escre­ver um post com este tama­nho é dada por lim… é reduzida;
  • Sem­pre que puder (e não tiver com von­tade de escre­ver algo longo) par­ti­lha­rei as des­co­ber­tas que fiz nas interwebs;
  • Este blog será sem­pre melhor que o meu.

E com isto con­cluo o pri­meiro post deste esta­be­le­ci­mento. Play me off, key­bo­ard cat!