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Ensaio: O papel da Informática na Ciência Moderna

Domingo, 08 de Novembro de 2009

O texto que em seguida é apre­sen­tado foi pro­du­zido para a cadeira de Expres­são e Comu­ni­ca­ção, e é subor­di­nado ao tema A Natu­reza da Ciên­cia e Tec­no­lo­gia. Reflecte a minha opi­nião pes­soal sobre os recen­tes avan­ços na área da tec­no­lo­gia e da informática.

Desde o iní­cio do século XX que a ciên­cia tem sofrido um avanço estron­doso. Se reflec­tir­mos sobre os avan­ços tec­no­ló­gi­cos, mesmo que ape­nas nos últi­mos 20 anos, é fácil de per­ce­ber o quão expo­nen­cial o cres­ci­mento cien­tí­fico e tec­no­ló­gico tem sido.

Tal é fácil de ver atra­vés de exem­plos: em 1989, um com­pu­ta­dor, como o Macin­tosh II, tinha uma capa­ci­dade de pro­ces­sa­mento da ordem das deze­nas de MHz (16 segundo a Wiki­pé­dia), e uma capa­ci­dade de arma­ze­na­mento de infor­ma­ção na ordem dos Megaby­tes; hoje em dia, um tele­mó­vel como o iPhone (pro­du­zido pela mesma empresa que pro­du­zia os Macin­tosh II) tem uma capa­ci­dade de pro­ces­sa­mento na ordem das cen­te­nas de MHz e uma capa­ci­dade de arma­ze­na­mento de deze­nas de Gigaby­tes (1 GB = 1024 MB).

Que quer, então, isto dizer? (mais…)

Praxis in memoriam II — Ad impossibilia nemo tenetur

Quarta-feira, 23 de Setembro de 2009

Tal como expli­cado na entrada ante­rior, na pas­sada segunda-feira foi o dia do des­file do caloiro. Ape­sar de este só ir rea­li­zar pelas 14, a parte da manhã foi bas­tante pre­en­chida, com os habi­tu­ais cân­ti­cos e o ali­nha­mento dos cento-et.all “mar­man­jos” do meu curso, para, pos­te­ri­or­mente, assis­tir­mos ao dis­curso do Mag­ní­fico Rei­tor da FCT (entre outras figu­ras de relevo que tam­bém nos aco­lhe­ram no auditório).

Foi só após a fila inter­mi­ná­vel do almoço que nos come­çá­mos a pre­pa­rar para o des­file pro­pri­a­mente dito, e, ver­dade seja dita, os vete­ra­nos esti­ve­ram de para­béns — desde refe­rên­cias a jogos como o Super Mario e os seus cogu­me­los (“It’s a me! Mario!”), Tetris, Pac-Man e até The Sims (com cris­tal verde que eles têm a flu­tuar e rodar na cabeça); pas­sando pelos sabres de luz do Star Wars, ícones de várias apli­ca­ções e logo­ti­pos de sites da web (havia uma caloira a pedir assi­na­tu­ras para reu­nir “ami­gos” no hi5) e aca­bando com as infa­mes siglas tão usa­das na net (o LOL e o OMG).

Pes­so­al­mente fiz parte do quar­teto Mor­tal Kom­bat — Sub-zero, Scor­pion, Rep­tile e Rai­den — do qual eu era o último, e, por­tanto, tinha um belo de cha­péu para me fazer som­bra durante o sola­rengo e res­se­cante per­curso desde o cam­pus do Monte da Capa­rica até ao Par­que da Paz (pas­sando por Almada e cau­sando arraial pelo caminho).

Foi uma expe­ri­ên­cia inte­res­sante, se bem que por vezes can­sa­tiva (e pés­sima em ter­mos de hidra­ta­ção, excep­tu­ando tal­vez o final, “O Banho”). Vere­mos o que o futuro ainda me reserva neste resto de semana do caloiro…

Perspectivas de Vida

Sexta-feira, 03 de Julho de 2009

Pontos de vista

Manifesto Anti-Freehostia

Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

Este post não qual­quer outro objec­tivo senão des­car­re­gar par­ci­al­mente a minha fúria para com o Freehostia.

Em tem­pos, o plano de hos­ting free da empresa acima men­ci­o­nada era ver­de­jante e prós­pero, dei­xando os seus uti­li­za­do­res tira­rem par­tido da maior parte das coi­sas bási­cas que um hos­ting oferece.

Subi­ta­mente, e sem qual­quer aviso, fize­ram algo que tor­nou o ser­viço total­mente ina­cei­tá­vel: cor­ta­ram as out­going con­nec­ti­ons. Tro­cando isto por miú­dos (que pos­sam ou não estar a visi­tar este blog), sig­ni­fica que o ser­vi­dor em que este blog está esteve alo­jado não pode enviar um pedido a qual­quer outro ser­vi­dor, pelo que esse outro ser­vi­dor não lhe pode devol­ver qual­quer informação.

Detec­tei pela pri­meira vez este pro­blema quando ten­tei criar um lifes­tream. Nada apa­re­cia. Pen­sei que o script que estava a usar tivesse um erro qual­quer e que, por­tanto, não con­se­guisse pro­ces­sar os feeds RSS que lhe estava a pôr. Pus então o lifes­tream de lado e fui para o Fri­end­feed.

Hoje, em que decidi abrir o blog ao mundo (por­que o mundo tem a estra­nha ten­dên­cia de encon­trar erros no que faço, algo que, desta vez, até me é van­ta­joso) repa­rei que o nem os twe­ets nem as fotos do Flickr apa­re­ciam. “Mau…” pen­sei, “tanto tra­ba­lho e agora duas das gran­des *ahem* com­po­nen­tes do blog não fun­ci­o­nam?”. Lancei-me, então, numa demanda, à pro­cura da res­posta para tão inu­si­ta­dos pro­ble­mas. E achei-a (aliás, antes de achar acho que já a sus­pei­tava, só não que­ria acre­di­tar). Não me trouxe feli­ci­dade, não me des­truiu a vida, mas irritou-me profundamente.

Por­tanto, agora, pro­curo um novo host (já me ins­crevi num, a ver se me acei­tam). Enquanto isso, decidi vei­cu­lar a minha frus­ta­ção. E um Fail. Por­que os Fails são precisos.